31/03/2025
Tota Gavião é campeã juvenil e entra para o Ranking Mundial. Maitri Peychaux leva bi na pré-juvenil
Giacometti e Tota (acima) e Maitri e Arthur (abaixo), os campeões brasileiros de 2025. Fotos: Otávio Fortes/CBGolfe
Depois de uma má estreia, Gustavo Giacometti, Graciosa, virou o jogo no segundo dia a caminho de conquistar o título do 35º Campeonato Brasileiro Amador Pré-Juvenil e Juvenil de Golfe – 2025, disputado de sexta-feira a domingo, 28 a 30 de março, no Porto Alegre Country Club (PACC), na capital gaúcha. No feminino, Maria Antônia Gavião, a Tota, do Belém Novo, levou o título geral com um par no segundo buraco do desempate contra Eduarda Roggero, que jogou em casa, e realizou o sonho de entrar para o Ranking Mundial Amador de Golfe (WAGR).
Entre os pré-juvenis (14 e 15 anos), Arthur Fernandes, do São Fernando, conquistou, de ponta a ponta, o título inédito, enquanto no feminino Maitri Peychaux, do Itanhangá, que defendia ambos os títulos, terminou em oitavo na classificação geral, mas levou o bicampeonato pré-juvenil por duas tacadas de vantagem. O torneio teve ainda um hole-in-one, do chileno Maximiliano Orueta, no buraco 3 da rodada de abertura, um par 3 de 195 jardas, onde ele bateu ferro 4.
Masculino – Quem saiu na frente na disputa masculina foi o chileno Andres Duisberg, que estrou no par do campo (70), seguido pelo argentino Nicolás Cabanillas, vice-líder com duas acima do par. Empatados em terceiro, com 73 tacadas, vinham os paulistas Arthur Fernandes e Guilherme Yoshikawa. Giacometti, que estreou em quinto lugar, virou o jogo no segundo dia e se manteve na frente até o final, para vencer com 213 (74-69-70) tacadas, três acima do par.
Duisberg, que caiu para o segundo lugar na rodada de sábado, voltou a jogar bem no domingo, para ser o vice-campeão, com 216 (70-75-70), cinco acima. Arthur Fernandes, do São Fernando, fez sua melhor volta no domingo para terminar em terceiro na geral, com 216 (73-74-69) tacadas, seis acima.
A seguir, terminaram três golfistas com 217 (+7): Marcelo Ruiz, do Paraguai (79-70-68), que fez a melhor volta de todo o torneio na rodada final; Luca Almeida, do São Paulo (79-69-69), único com duas rodadas abaixo do par, igualando o melhor resultado do final de semana; e o argentino Nicolás Cabanillas (72-74-71). Guilherme Yoshikawa Bastos terminou em sétimo, com 221 (73-74-74). Quatro dos oito primeiros são estrangeiros.
Idades – Na classificação exclusiva dos juvenis (16 a 18 anos), o pódio teve Giacometti, Duisberg e Ruiz, que empatou em terceiro com Cabanillas. Já na pré-juvenil (14 e 15 anos), Arthur Fernandes foi campeão de ponta a ponta, seguido por Luca Almeida, do São Paulo. Francisco Bromberg, do Curitibano, terminou em terceiro, com 227 (77-71-79).
Na até 13 anos, Lorenzo Almeida, do São Paulo, venceu de ponta a ponta, com 221 (73-76-72), seguido por Antonio Basilio, do Gavea, com 229 (75-79-75), e por Lucas Imperatriz Royal Golf, com 231 (74-80-77). E na até 11 anos, Arthur Kerr, do São Paulo, venceu com 259 (90-83-86), seguido por Arthur Ribeiro Cassol, do Rosário, com 266 (87-91-88), por David Knizek, do Clube de Campo, com 267 (93-87-87) e por Otavio Leite Sales, do Poços de Caldas, com 278 (98-95-85).
Feminino – Maria Antônia Gavião, a Tota, do Belém Novo, deveria ter entrado para o ranking mundial ao vencer o Aberto Juvenil do RS, em dezembro passado, no Belém Novo. Mas apesar de o torneio ter começado com o mínimo de oito jogadoras exigido pelo WAGR para ser um torneio válido, uma das jogadoras, que chegou atrasada, mas foi permitido jogar, foi posteriormente desclassificada por ter excedido a tempo máximo para se apresentar no tee de saída. O WAGR já aceitou outros torneios nessas condições como válidos, segundo o regulametno vigente até 2024, mas desta vez os pontos não valeram.
Tota, porém, deixou essa adversidade no passado ao ser campeã brasileira juvenil de 2025 e, finalmente, entrar para o WAGR. Dependendo dos pontos que o WAGR vier a outorgar ao evento, conforme a avaliação de dificuldade das participantes, Eduarda Roggero, do Porto Alegre, que perdeu o título no playoff, também deverá se juntar às 14 brasileiras hoje no WAGR. A lista sai na quarta-feira, 2 de abril.
Virada – Beatriz Menga, do São Fernando, foi a líder do primeiro dia, e Maria Eduarda Rocha, a Duda, do Itanhangá, chegou líder à rodada final. Mas Tota, que começou em quinto, melhorou de resultado a cada dia e graças à rodada de domingo, onde foi a única a quebrar as 70 tacadas em todo o torneio, teve a chance de empatar em primeiro com Eduarda Roggero e conquistar o título com um par no segundo buraco extra, depois de par das duas na primeira tentativa de desempate.
Tota, que está treinando e jogando nos EUA nos últimos meses, venceu com 221 (79-73-69) tacadas, oito acima, mesmo total de Roggero (74-73-74). A decisão apertada teve duas jogadoras empatadas em terceiro, com 222: Maria Eugenia Peres, do Porto Alegre (81-70-71) e Duda Rocha, Itanhangá (75-71-76). Beatriz Menga não jogou bem no final de semana e terminou em quinto, com 226 (74-75-77).
Mais premiadas – Tota, Eduarda e Maria Eugênia formaram o pódio exclusivo das juvenis. Na pré-juvenil, Maitri Peychaux virou o jogo na rodada final para vencer com 232 (83-75-74), três à frente de Martina Gimenez, do Costão, vice-campeã, com 235 (81-75-79). Alexa Alonso, do São Fernando, ficou em terceiro, com 237 (80-81-76), seguida por Maria Eduarda Souza, a Dudinha, do Arujá, com 240 (78-84-78). Luana Knizek, do Clube de Campo, levou o troféu de campeã até 13 anos, com 268 (91-89-88).
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